Após embarcar no Aeroporto dos Guararapes (PE), segui em direção ao Galeão (RJ). Cheguei com mais de duas horas de antecedência para o voo de Madri. Não precisei despachar as bagagens (iria pegá-las apenas em Dublin), logo, corri para o check-in da Iberia. Não havia ninguém na fila. Eu e David - que está nesta aventura comigo - não conseguimos marcar os assentos juntos.
A atendente aconselhou a ficar na fila da imigração. Ao ver aquela fila gigantesca no Galeão, percebi que, no mínimo, era bagunça de brasileiro. Inúmeras pessoas aguardando o "ágil" atendimento de três caixas. Como o embarque para Madri estava muito próximo, começamos a ficar desesperados, inclusive, até algumas pessoas tiveram dó da gente e deixaram que passássemos. Mesmo assim, já estávamos quase 1 hora atrasados quando escutei a última chamada para o nosso voo. Consegui avisar à pessoa que estava no portão de embarque que ainda estávamos ali, porém, bem próximos de sermos atendidos. Detalhe, já estávamos na fila há 2 horas. Depois de passarmos pelo caixa, seguimos a mesma mulher, que começou a correr e a falar no walk-talk que os dois últimos passageiros estavam chegando ao portão do embarque. Começamos a correr também. Parecia cena de Esqueceram de Mim.
A atendente aconselhou a ficar na fila da imigração. Ao ver aquela fila gigantesca no Galeão, percebi que, no mínimo, era bagunça de brasileiro. Inúmeras pessoas aguardando o "ágil" atendimento de três caixas. Como o embarque para Madri estava muito próximo, começamos a ficar desesperados, inclusive, até algumas pessoas tiveram dó da gente e deixaram que passássemos. Mesmo assim, já estávamos quase 1 hora atrasados quando escutei a última chamada para o nosso voo. Consegui avisar à pessoa que estava no portão de embarque que ainda estávamos ali, porém, bem próximos de sermos atendidos. Detalhe, já estávamos na fila há 2 horas. Depois de passarmos pelo caixa, seguimos a mesma mulher, que começou a correr e a falar no walk-talk que os dois últimos passageiros estavam chegando ao portão do embarque. Começamos a correr também. Parecia cena de Esqueceram de Mim.
Todo mundo fala que a Iberia é desorganizada, mas não tive problemas. Não consigo dormir em avião, por isso, já estava munida de um Dramin. Não tomei o remédio antes do jantar ser servido, mas me dei mal porque ele só chegou às 3h da manhã. Uma refeição enorme (cardápio: salada, massa e sobremesa). Após a refeição, chequei que já estávamos saindo da América. Pensei: não quero ficar acordada enquanto ele cruza o Atlântico. Logo, descartei os filmes e as músicas e fui dormir. Durante a madrugada, despertei em alguns momentos de pequenas turbulências, mas só acordei mesmo quando já estávamos chegando na Europa (ufa!). O café foi servido quase às 10h da manhã (bebidas + salada de frutas, bolo, sanduíche e torradas) e o avião aterrissou às 11h.
O aeroporto Barajas (Madri) é fantástico. Passamos pela imigração (tranquilíssima, por sinal. O atendente checou apenas o passaporte e as passagens). Atendimento bem rápido, não gastamos nem 10 minutos. Pegamos um metrô para chegarmos ao portão de embarque (aeroporto de primeiro mundo mesmo). Vimos que o voo - marcado para às 13 e pouca - estava atrasado por conta das chuvas. Como o novo horário não estava sendo divulgado ainda, fomos conhecer o aeroporto. Depois, olhamos novamente o painel e o voo estava remarcado para quase às 15h. Quando decidimos almoçar, passamos de novo pelo painel e vimos que o embarque deveria ser em 5 minutos! Mais uma vez corremos e ficamos sem comer.
Chegamos em Dublin às 17h. Mal saímos do avião e lá estava a imigração. Cumprimentei a atendente, já apresentando passaporte, carta da escola e carta de acomodação. Ela perguntou se eu tinha dinheiro e cartão, e verificou a quantidade. Questionou se eu tinha seguro saúde, apresentei o documento, e ela pediu que eu ficasse em frente à câmera para uma foto. Depois, carimbou meu passaporte. Conforme previsto, ele é válido por 1 mês, tempo necessário para ir na imigração e tirar o definitivo.
Saímos do aeroporto e já sentimos o friozinho. Entramos no carro - sensação estranha, já que a direção é ao contrário e as faixas também - mas não vimos muita coisa porque às 17h30 já era noite. Tocamos a campainha da residência que íamos ficar hospedados e não havia ninguém. David conseguiu abrir a porta e nos instalamos. Entramos na net para avisar a todos que estávamos vivos e depois saímos para jantar. Na volta, já havia gente em casa, o gerente (um cara de Bangladesh) e a sua namorada (da Letônia). Em seguida, ele checou as nossas cartas de acomodação, corri para o banho - com água super quente - e caí na cama porque o dia seguinte seria loooongo.